e a vida dá mais um reviravolta.
de fato, a gente não tem controle... e é interessante perceber como os sinais começam a piscar pra te indicar o caminho a seguir. deixo a vida acadêmica de lado, temporariamente (eu espero), bem na hora que o que costumava ser minha principal motivação, os alunos e as aulas, insistem em não querer valer a pena.
meu principal esforço atualmente é detectar quem é mesmo meu amigo e ligar o foda-se pra quem me trata mal ou me despreza.
pergunto-me: são meus desafios profissionais que sempre são enormes ou sou quem os supervaloriza?
tenho tido uma sensação bem parecida com a que tive depois que julinha nasceu: pânico geral por medo de não dar conta.
será mesmo que é melhor assim? quem sofre menos: quem não se joga por medo ou quem se joga com medo?
outro dia, vi na televisão um professor de filosofia tentando explicar o medo. gostei da racionalização. acaba com esse sentimento cristão que é a "culpa".
fico com os existencialistas e com a luta contra o nada.